Extrato e contas de setembro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Clique nos extratos para amplia-los e verificar melhor os movimentos das contas deste condomínio.

Atenciosamente

Augusto César Willer
Síndico


Contas e extratos do mês de julho de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

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Augusto César Willer
Síndico


Extrato e contas do mês de junho de 2009

terça-feira, 14 de julho de 2009

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Augusto César Willer
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Extrato e contas de abril de 2009

sábado, 2 de maio de 2009

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Augusto César Willer
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Extrato de março de 2009: contas e despesas do condomínio

sexta-feira, 10 de abril de 2009

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Augusto César Willer
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Extrato e contas do condomínio- mês de janeiro de 2009

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

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Augusto César Willer
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Extratos e contas do condomínio referenes aos meses de outubro novembro e dezembro de 2008

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

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Augusto César Willer
Síndico










O que é despesa ordinária e extraordinária

quarta-feira, 6 de agosto de 2008


Em termos contábeis operacionais, o proprietário do imóvel arca com as despesas extraordinárias e o inquilino (quem mora no imóvel por propriedade, concessão ou aluguel) é responsável pelas despesas ordinárias.

Na prática de cobraça, as despesas ordinárias são cotidianas e cobertas pela taxa de condomínio. As despesas extraordinárias, sendo gastos especiais (ver trechos da lei do inquilinato abaixo) são cobradas em boleto a parte denominada taxa extra.
Legalmente, isolei trechos da lei do inquilinato que discorrem sobre o que é despesa ordinária e despesa extraordinária.


Art.22 Parágrafo único - Por despesas extraordinárias de condomínio se entendem aquelas que não se refiram aos gastos rotineiros de manutenção do edifício, especialmente:
a) obras de reformas ou acréscimos que interessem à estrutura integral do imóvel;
b) pintura das fachadas, empenas, poços de aeração e iluminação, bem como das esquadrias externas;
c) obras destinadas a repor as condições de habitabilidade do edifício;
d) indenizações trabalhistas e previdenciárias pela dispensa de empregados, ocorridas em data anterior ao início da locação;
e) instalação de equipamentos de segurança e de incêndio, de telefonia, de intercomunicação, de esporte e de lazer;
f) despesas de decoração e paisagismo nas partes de uso comum;
g) constituição de fundo de reserva.


Art. 23 § 1º - Por despesas ordinárias de condomínio se entendem as necessárias à administração respectiva, especialmente:
a) salários, encargos trabalhistas, contribuições previdenciárias e sociais dos empregados do condomínio;
b) consumo de água e esgoto, gás, luz e força das áreas de uso comum;
c) limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum;
d) manutenção e conservação das instalações e equipamentos hidráulicos, elétricos, mecânicos e de segurança, de uso comum;
e) manutenção e conservação das instalações e equipamentos de uso comum destinados à prática de esportes e lazer;
f) manutenção e conservação de elevadores, porteiro eletrônico e antenas coletivas;
g) pequenos reparos nas dependências e instalações elétricas e hidráulicas de uso comum;
h) rateios de saldo devedor, salvo se referentes a período anterior ao início da locação;
i) reposição do fundo de reserva, total ou parcialmente utilizado no custeio ou complementação das despesas referidas nas alíneas anteriores, salvo se referentes a período anterior ao início da locação.

§ 2º - O locatário fica obrigado ao pagamento das despesas referidas no parágrafo anterior, desde que comprovadas a previsão orçamentária e o rateio mensal, podendo exigir a qualquer tempo a comprovação das mesmas.

§ 3º - No edifício constituído por unidades imobiliárias autônomas, de propriedade da mesma pessoa, os locatários ficam obrigados ao pagamento das despesas referidas no § lº deste artigo, desde que comprovadas.

Economia de energia no Condomínio: mitos e verdades.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Muito tem se falado sobre alternativas e procedimentos capazes de gerar economia de energia em condomínios. Mas afinal, o que realmente funciona e o que não funciona? Veja abaixo:
1 - A maior economia de energia que se pode fazer sem grandes gastos é no manejo das luzes do condomínio.

Verdade. Com o manejo da iluminação, o retorno pode ser substancial, sem requerer investimentos mais vultosos como a modernização de elevadores ou sistemas de economia para bombas d'água. Algumas dicas:- Procure aproveitar a luz do sol para iluminar áreas como: hall social, sala de visitas, salão de festas, salão de jogos etc;-
Iluminar as áreas de circulação de veículos na garagem e não os boxes;
- Nas áreas externas dê preferência para as lâmpadas fluorescentes, que fornecem mais luz com menor consumo de energia, e duram mais. Uma lâmpada fluorescente de 15 Watts possui o mesmo poder de iluminação que uma convencional de 60Watts, além de durar três vezes mais. A economia gerada pode chegar a 60%.2 -
2. A simples instalação de sensores de presença ligados à iluminação ajuda a economizar energia.
Depende. Sensores de presença ligados a lâmpadas fluorescentes não trazem economia, porque este equipamento tem sua vida útil muito reduzida se ligado e desligado constantemente.A instalação de sensores de presença na garagem, por exemplo, deve ser avaliada de acordo com o ambiente e com a freqüência de utilização. Uma lâmpada fluorescente acoplada em sensores de presença tem uma vida útil menor do que uma lâmpada incandescente.
3- Sensores de presença são mais econômicos que as minuterias.
Depende. Uma boa opção para uso de minuterias é dividir o circuito. Exemplo: Um conjunto de 12 lâmpadas interligadas a 3 interruptores que ascendam cada 4 lâmpadas por vez em direções distintas. Saiba mais como funcionam sensores de presença e minuterias:
As minuterias mantém a iluminação durante um período determinado. Tipos de minuterias:
* Sistema coletivo – Permite ligar as lâmpadas de alguns andares ou todos ao mesmo tempo.
*Sistema individual – Liga individualmente as lâmpadas de cada andarSensores de Presença acionam a iluminação conforme detecta a presença de alguém. Tipos: - Infravermelho – Sensível ao calor humano- Ultra-som – Emite ondas que são rebatidas de volta ao receptor do sensor que aciona a - iluminação- Dual – Combinação do Infravermelho e do Ultra-Som

4 - Economizar água gera economia de energia?
Sim. Esta relação acontece porque a bomba elétrica que leva água para os apartamentos representa um consumo significativo de energia. Assim, ao reduzir o consumo d'água, ecnomiza-se duas vezes: na conta d'água e, consequentemente, na conta de luz, devido a uma menor utilização das bombas elétricas.
Checar possíveis vazamentos também é uma boa alternativa para economizar água e energia. Nesse ponto, as unidades autônomas também devem devem fazer sua parte. Os problemas mais comuns acontecem nas descargas dos vasos sanitários.

ELEVADORES

1- O elevador lotado consome mais energia do que um elevador circulando na sua lotação normal.Verdade. Dicas de economia para o elevador:- Utilizar a escada para descer ou subir um ou dois andares; - Os elevadores podem ser utilizados economicamente se o condomínio estiver atento manutenção periódica, como lubrificação, tensão das correias, alinhamento do motor, etc;- Existem meios de programar os elevadores para operar por proximidade. Ao acionar o botão, o elevador que está no andar mais próximo do usuário é acionado.- Modernizar a tecnologia do elevador pode gerar economia, mas exige cuidados. Veja no item mais abaixo.
2- Chamar o elevador mais de uma vez seguidamente faz aumentar o consumo de energia.
Mito.
3- Segurar a porta do elevador por alguns minutos sem necessidade faz aumentar o consumo de energia;
Mito.
4- Se o prédio possui dois elevadores, desligar um deles durante a madrugada traz grande economia de energia elétrica.
Depende. Para se traçar uma medida econômica em relação aos elevadores deve-se levar em conta o impacto que pode trazer para o convívio no condomínio. Desligar um elevador durante a madrugada pode não trazer tanta economia, pois o fluxo de pessoas é menor e enquanto o equipamento estiver parado não consome energia.

5- Elevadores modernizados gastam menos.

Depende. Uma modernização tecnológica costuma ser cara e só trará economia caso o equipamento esteja realmente defasado tecnológicamente. Por isso, é importante averiguar antes se a modernização é realmente necessária. Especialistas dizem que, assim que o elevador apresentar paralisações freqüentes ou despesas excessivas com peças, já é hora de começar a pensar em modernizar. O SíndicoNet tem um serviço de Consultoria em Elevadores que avalia as reais condições e necessidades de se modernizar um elevador.

EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
O uso crescente de equipamentos de segurança aumenta muito o consumo de energia nos condomínios.
Mito. Os equipamentos de segurança gastam uma quantidade irrisória de energia elétrica e são bastante eficazes na segurança do condomínio.
Fontes da matéria

Gerente de Eficiência Energética da AES-Eletropaulo, José Marcelo Sigoli
Conteúdo SíndicoNet

Como reduzir o preço do condomínio

segunda-feira, 5 de novembro de 2007


De A Tribuna On-line

Luzes acesas em todo prédio. Uso e abuso dos elevadores. Resultado: valor do condomínio altíssimo. Confira manerias de reduzir as despesas do prédio.Nilo Sales bem que tentou manter o preço do condomínio congelado, mas com a troca do hidrômetro do prédio, a conta de água dobrou. E ele já fez as contas para saber quanto vai subir o condomínio: “De R$ 390 ele deve ir para aproximadamente R$450”. Segundo os números do IBGE, de agosto para setembro de 2007 o valor dos condomínios no país subiu de 0,31% para 1,05%, bem mais que a inflação do período, que caiu de 0,47% para 0,18%. As contas de água foram as grandes vilãs. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Imóveis, só no Rio de Janeiro elas subiram 8,5% em setembro. Nas contas dos condomínios, os gastos com folha de pagamento dos funcionários costumam pesar. São porteiros 24 horas. Muitas vezes até seguranças. Quando se pensa a economia, o inimigo é este. Vale uma regra baixa para garantir a tranqüilidade dos moradores. Mas, quando se pensa em economia, um inimigo é o elevador. Regra básica: evitar chamar o elevador social junto com de serviço. Outras dicas: - Instalar sensores de presença nas garagens, escadas e corredores. - Evitar uso de mangueira para lavar os carros. - Fazer a manutenção constante para evitar vazamentos no prédio e apartamentos. - Trocar lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Quando conseguiu comprar um apartamento quarto e sala, Denise Donato achou que tinha resolvido o problema de gastos com moradia. Mas o condomínio hoje virou quase um aluguel: R$ 500. “Eu acho absurdo. Estou tentando mudar. Adoro o apartamento, o lugar, mas esse valor é impraticável”, alega a professora. As informações são do Jornal Hoje.

Seguro condominial

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

No mês de agosto e setembro realizou-se o orçamento e contrato do seguro obrigatório do condomínio da SQN 407 bloco F. Os sinistros cobertos pelo seguro contratado (AIG seguros— Seguro condominial vertical) seguem abaixo. Em alguns dias receberemos a apólice que será devidamente repassada aos condôminos. O valor do seguro foi estabelecido no valor de R$ 684,53 dividido em 0 + 4 sendo o primeiro pagamento estipulado para outubro de 2007. Clique nas tabelas abaixo se desejar ampliar.